.Introdução

Olá a todos! Obrigada por virem ao meu blog, ler/dar a opinão/recomendar a história que eu criei, inspirada na "Saga Luz e Escuridão" ou "Saga Crepusculo" - como é mais conhecida . O título é provisório, para este primeiro post, pedia comentários sobre o título e exemplos de títulos que não se importem que eu use.

Daylight é a história como uma rapariga normal - Ang ou Angelique - se tornou em vampira, com várias peripécias apartir daí.


Não se esqueçam de de recomendar o blog Daylight aos vossos amigos, etc.


Obrigada!
Sexta-feira, 2 de Abril de 2010

Capítulo III - Famílias

Lá fora estava um dia chuvoso, que me fez lembrar a minha mãe, que odiava chuva.
Comecei a pensar no que ia dizer á minha mãe e ao meu irmão Mattew - ou Matt -, já que não lhes podia dizer a verdade.
- Angelique, já decidiste o que é que vais dizer á tua família? Tens que os sossegar... - ao dizer isto, Elijah despertou-me do meu transe.
- Eu? Ah... Não, não pensei nisso. - respondi, meia atarantada.
- Ang, não te preocupes! Eu falei com o Matt e expliquei-lhe o que se passava. - disse Mickael.
- A verdade, Mickael?! - Musette paresi indignada.
- Sim, Musette. Já que a culpa foi nossa, achei que a podiamos ajudar em relação á família! - replicou.
- Mas tu estás maluco? Tu... - explodiu Ella.
- Tu cala-te Ella, se não fosse o teu querido Tam, nada disto tinha acontecido! - defendeu Gail.
A esta altura resolvi intrevir, antes que rebentasse a 3ª guerra mundial:
- Hum... Mickael, o que é que lhe disseste exactamente?
- Toda a verdade, tal como te disse a ti á uns tempos atrás. Ele reagiu bastante bem e prometeu contar á tua mãe. Vai-lhe dizer também que só os podes ver daqui a mias ou menos 6 meses devido á tua sede e á cor dos teus olhos. - explicou.
- 6 meses?! Tanto tempo... Já imaginava, mas mesmo assim... E disseste-lhe que era o maior segredo do mundo? Que nunca, jamais podiam dizer a alguém? - perguntei aflita.
- Claro, Ang! Não te preocupes meu amor!
- Vou tentar...

Passei as primeiras horas da minha nova vida a tentar habituar-me ao meu novo corpo, que estava muito mais forte e ágil; o meu cabelo ruivo e os meus olhos verdes também mudaram: o mau cabelo, que era pelos ombros, cresceu até meio das costas em 3 dias e ps meus olhos tornaram-se vermelho-vivo.
Depois, surgiu a sede. Estava a demorar, eu pensava que fosse imediata. 
Não conseguia aguentar, parecia que a minha garganta estava em chamas.
- Mickael, a minha garganta... - murmurei eu.
- Sim, Ang, eu sei! Vamos caçar, vem comigo! - chamou Mickael.
- C-caçar? Eu não sei caçar! - respondi, entrando em pânico.
- Não te preocupes, amor! Segue os teus instintos. 

Fomos para a floresta atrás da casa e um cheiro novo chegou ao meu nariz. Era doce e amargo ao mesmo tempo. Entretanto, surgiu-me uma imagem na cabeça, era um alce e eu senti que estaria mais ou menos a 800 metros do sítio onde eu me encontrava.
- Mickael, isto é normal? Estou a ver um alce, na minha cabeça! - chamei. - Estás? Hum... Parece-me que tens um dom parecido com o de Ella... - respondeu ele, desconfiado.
- Parecido comm o de Ella? Ah... - não gostei de ter um dom parecido com o dela - Como é que funciona, mesmo?
- Acho que tu consegues ver onde está qualquer coisa a que sintas o cheiro, - explicou ele - consegues ver mais alguma coisa? 
- Não, mas consigo perceber que está a 800 metros daqui. - respondi.
- Consegues?! Isso é fantástico! Ella não consegue! - Mickael estava eufórico - Vamos falar com ela! 
- Ah... Vamos falar com aquela que te ama, não é ? Que bom...


publicado por daylighter às 17:38
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Domingo, 6 de Dezembro de 2009

Capítulo II - Ella e Tam

Por alguns instantes, não ouvi nem senti nada. Então, chegou a dor. Eu sabias como era, Mickael tinha-me contado, mas nunca imaginara que fosse tão insuportável. Pensei que ele exagerara, mas tinha sido muito leve na explicação que me dera.

De repente comecei a ouvir e o que ouvia, de certa forma, fazia-me esquecer uma parte das dores horríveis:

– Musette! Faz alguma coisa, ela está a gritar! – Eu estava a gritar? Não repara, tentei parar e até me pareceu bastante fácil.

– Gail, chama a Ella. – Ella? Eu já tinha ouvido este nome em algum lado, talvez em alguma história que Gail me contara sobre o seu passado.

De repente a dor deixou de ser tão intensa e deixei-me adormecer, pensando que talvez fosse a última vez que dormiria.

 

Senti uma forte dor no peito, o que poderia ser? Agulhas em brasa? Facas?

Então, soube que podia abrir os olhos. Mas não os abri, tinha medo do que poderia ver.

– Angie? Angie? Ela não responde, Ella! Achas que não resistiu? Oh, eu não acredito! A culpa é toda minha!

– Eu... Eu estou bem. – foi um choque para mim ouvir a minha voz, estava completamente diferente. Muito melodiosa.

– Bom, Angelique, vou-te explicar o que aconteceu. Abres os olhos por favor? – devia ser Ella, nunca ouvira esta voz. Ela estava a ser rude, não gostei.

– Sim, abro. – respondi de má vontade. Então, abri-os. A princípio achei estranho o que via, tudo demasiado brilhante e pormenorizado. Olhei para Ella, era sem dúvida a vampira mais bonita que eu alguma vez vira. O único problema é que ela tinha olhos vermelhos vivos, não bebia sangue animal.

– Angelique, o que aconteceu foi que... Bom, o Tam atacou-te e...

– Tam? Quem é o Tam? – interrompi.

– O Tam é o meu irmão. Não meu irmão mesmo, apenas pertencemos ao mesmo clã. - eu estava confusa, sem palavras.

– Ella, é melhor explicarmos-lhe do inicio, não? – algo na minha expressão alarmou Elijah. – O Tam e a Ella vieram-se juntar a nós, na nossa forma de vida. Eu, a Musette, a Gail e o Mickael fomos busca-los ao aeroporto, eles vieram da Austrália. Tu não devias ter estado aqui, pedimos imensa desculpa pelo que aconteceu, pelo que aconteceu. Devíamos ter avisado a Anne, mas ela tinha ido caçar... Claro que tens um lugar na nossa família, se assim o desejares.

– Ah! Ele descontrolou-se? Sou vampira, agora? – eu estava dormente, não tinha qualquer reacção, Era demasiada informação para absorver.

Desta vez foi Mickael que respondeu:

– Sim, querida. Preferia... Preferia que, talvez...

– Preferia que eu tivesse morrido? Bem, detesto desiludir-te, mas agora sou vampira, tal como tu! Não te podes virar para a Ella quando eu morrer – agora já me lembrava quem era Ella. Era a vampira que estava apaixonada por Mickael, o meu Mickael – Acho que agora é impossível, a não ser que...

– O quê? Não, não! Preferia... Não te ter conhecido. Nunca terias que passar por isto. – ele estava muito infeliz – Acho que agora só me resta pedir desculpa.

– Então, tu não querias ficar com Ella? – Não, claro que não! Eu amo-te, Angie. – Ella olhava para ele intensamente, parecia até queimar. Mickael estava a ser sincero, eu via nos olhos dele, mas ela iria ser a minha concorrência, uma concorrência demasiado bonita.

 


publicado por daylighter às 15:23
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Capítulo I - Por um instante

 

Angelique

 

– Mickael? Gail? Onde é que vocês estão?

No corredor todos me mandaram olhares estranhos. Não me importei, sabia que eles me conseguiam ouvir. De facto, Gail conseguiria ouvir-me nem que eu estivesse do outro lado do planeta: ela tinha o dom de ouvir quem ela quisesse sempre que dissesse algo, por vezes era irritante.

Anne apareceu com um olhar de meter medo:

– Angelique? Vem comigo! É o Mickael...

– O Mickael? O que se passa? – perguntei eu a imaginar mil e uma tragédias.

– Primeiro vens, depois perguntas. – Anne estava irritada, o que eu estranhei. Ela era a vampira mais calma e controlada á face da terra, comecei a ficar seriamente preocupada. Seguia-a para o exterior.

Saímos de escola e ela pegou-me ao colo e começou a correr, sem se preocupar se alguém via.

– Odeio quando fazes isto! Tu já s...

 – Não me interessa se gostas ou não, é uma emergência! – interrompeu-me ela.

Fiquei boquiaberta, Anne nunca falara assim comigo nem com ninguém, segundo eu sabia. Sem dar por isso já estávamos em casa dos Lebrum.

– Anne, onde estão todos? - a casa parecia completamente vazia.

– Oh Angie, desculpa! – esta já parecia a Anne que eu conhecia – É o Mickael, a Musette disse-me que ele foi caçar... – Musette era a "mãe" desta estranha família de vampiros de vampiros.

– Agora? – interrompi – Ele devia estar na escola!

– Não me deixaste acabar! É que não é isso que ele está a fazer... – era este o dom de Anne, ela conseguia ver se a situação em que pensava estava a acontecer ou já tinha acontecido. No entanto, senti que ela me estava a esconder alguma coisa.

– Porque é que a Musette havia de mentir? E onde está a Gail? – agora estava mesmo preocupada.

– A Gail! Ela deve estar a ouvir-nos... Gail? – começou ela – Onde estão eles? Vou-te ligar! Mas o telemóvel cor-de-rosa de Anne já tocava. – Estou?! Gail, eu... - começou ela, mas depois interrompeu-se, Durante uns minutos apenas ouviu, depois recomeçou a falar – O que? Vocês estão malucos?! Porque é que a Musette me mentiu? – eu estava parva, era a segunda vez em 20 minutos que Anne se irritava - Ela sabia perfeitamente que eu iria perceber!

– O que se passa? Deixa-me falar com a Gail! – exigi.

– Não, Angie, é melhor não porque... – e interrompeu-se novamente – Anda, vamos voltar para a escola.

Nesse instante entrou um vampiro alto e lindo, ele ficou a olhar para mim com os seus olhos sempre ávidos de sangue humano, não era um amigo. Os Lebrum eram os únicos vampiros que não se alimentavam de sangue humano.

Logo atrás entrou Mickael, com uma expressão alarmada e, ao mesmo tempo, irritava. O vampiro saltou sobre mim, sem que Anne ou Mickael pudessem fazer alguma coisa. Senti uma dor agonizante no pescoço e depois nada. Eu sabia que isto não podia ser bom...

 

 

 

{continua}

 

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publicado por daylighter às 14:49
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Olá a todos! Obrigada por virem ao meu blog, ler/dar a opinão/recomendar a história que eu criei, inspirada na "Saga Luz e Escuridão" ou "Saga Crepusculo" - como é mais conhecida . O título é provisório, para este primeiro post, pedia comentários sobre o título e exemplos de títulos que não se importem que eu use.

 

Daylight é a história como uma rapariga normal - Ang ou Angelique - se tornou em vampira, e a continuação com vária peripécias apartir daí.

 

 


publicado por daylighter às 14:46
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